Há quanto tempo não me dava o luxo de sentar e passar alguns minutos do meu dia à frente do computador, para escrever no blog ou para outras atividades cotidianas.
Desde setembro de 2015 não escrevo nada no blog mas não quer dizer que tenha perdido o contato com o mundo virtual, pelo contrário.
Quanta coisa aconteceu nesses quase dois anos afastada... Marina cresceu e é uma menininha linda de 3 anos e 2 meses, minha afilhada Gabriela nasceu e dei um irmão para a Marina, o Martin, que está com 4 meses.
Minha vida só não está 100% completa porque não estou no Brasil, perto dos meus pais! Mas esse dia vai chegar, não perco a esperança. E não adianta virem me falar do estado caótico em que o Brasil se encontra. Apesar de todos os problemas, o Rio é o lugar "where I'd rather be".
Estamos de volta, a todo vapor!
Pequeno diário de "bordo" sobre a minha nada mole vida: mudança de país, costumes, hábitos... Um pequeno relato para o futuro, para mostrar a minha sobrinha, afilhados e filhos.
segunda-feira, 13 de março de 2017
quinta-feira, 3 de setembro de 2015
Em memória de Aylan e Gailan
Vim morar na França porque eu quis não porque eu precisei mas sou tão imigrante quantos essas pessoas que deixam seus países em busca do sonho de uma vida melhor, fugindo da guerra ou da pobreza. Por isso, me sensibilizo e muito com a situação dos refugiados. Ver o corpo de uma criança, pouco mais velha que a minha filha, numa praia é chocante demais para mim. Não paro de chorar e de pensar em sua família, dizimada pelo horror de uma viagem trágica. Penso em todas as pessoas que já morreram nessas viagens. Precisamos fazer alguma coisa! Não só expressar nossa indignação e tristeza nas redes sociais. Os governos, não só da Europa, precisam se unir e solucionar esse problema. O Brasil precisa se solidarizar! Por que não receber parte desses imigrantes em nosso país? Se você chora a morte desses inocentes mas não os aceita em seu país, você é tão hipócrita quanto os políticos que preferem ignorar essa situação.
Ah, antes que alguém me acuse, não sou indiferente às tragédias brasileiras.
Descansem em paz, Aylan e Gailan. Que a morte de vocês não seja em vão.
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segunda-feira, 10 de agosto de 2015
Promessas...
Durante a minha adolescência, ouvia muito o ditado "quem jura mente, quem acredita se arrepende". E quem promete?
Passei por uns perrengues no mês de maio e prometi que apagaria as minhas redes sociais até o dia em que minha filha entrasse na creche. Ela entra na creche no final do mês e de pouquinho em pouquinho tenho voltado minha atenção para o computador e o mundo virtual.
Aprendi que não preciso viver sendo radical e que eu posso usar o computador/celular e internet de uma maneira racional, sem prejudicar a mim e a minha filha.
Agora, por exemplo, ela está dormindo. É um bom momento para atualizar o blog e dar uma fuçadinha no Instagram e no Twitter... Aproveitar e recuperar meus contatos.
Por enquanto, só no computador e sem Facebook. Só voltarei a todo vapor no final de agosto... Até porque eu sei que irei me aborrecer no Facebook, em função dos problemas pelos quais o Brasil está passando. Assim, para manter a minha sanidade mental, Facebook só no final do mês!
I'm back!
Passei por uns perrengues no mês de maio e prometi que apagaria as minhas redes sociais até o dia em que minha filha entrasse na creche. Ela entra na creche no final do mês e de pouquinho em pouquinho tenho voltado minha atenção para o computador e o mundo virtual.
Aprendi que não preciso viver sendo radical e que eu posso usar o computador/celular e internet de uma maneira racional, sem prejudicar a mim e a minha filha.
Agora, por exemplo, ela está dormindo. É um bom momento para atualizar o blog e dar uma fuçadinha no Instagram e no Twitter... Aproveitar e recuperar meus contatos.
Por enquanto, só no computador e sem Facebook. Só voltarei a todo vapor no final de agosto... Até porque eu sei que irei me aborrecer no Facebook, em função dos problemas pelos quais o Brasil está passando. Assim, para manter a minha sanidade mental, Facebook só no final do mês!
I'm back!
sexta-feira, 1 de maio de 2015
E aos 4 meses...
Há alguns dias, comemoramos os 4 meses da Marina. Mais uma vez tentei fazer um bolo, mas colocar muita massa em uma forma pequena é um erro que jamais repetirei! O bolo cresceu e tinha bolo por todo forno! O ponto positivo é que esse bolo ficou gostoso (assim como o do "mesversário" de 3 meses) e não sobrou nada. Estou aprimorando a arte de cozinhar!
Tenho feito postagens no Facebook, a cada "mesversário" da minha filha, sempre com um texto meu ou uma música que transmita o que sinto por ela. Marina tem tornado cada dia da minha vida diferente, melhor, feliz. Acordar e dar de cara com um bebê bem humorado, que já acorda sorrindo e sem choro, é um sonho.
Minha boneca já dorme as noites inteiras (a não ser que haja algum evento diferente, ela acorda uma vez durante a noite), o que facilita bastante a minha vida: uma boa noite de sono me dá energia para cuidar dela, da maneira que ela merece, durante o dia.
Vou parar de trabalhar (consegui juntar minha licença maternidade com as férias), para me dedicar exclusivamente a ela. Amamento à demanda e curtimos muito a companhia uma da outra. Estar com a minha filha o tempo todo é o maior prazer que poderia ter!
A licença maternidade na França é menor do que no Brasil, mas aqui há uma licença muito bacana e e pretendo utilizar: é o "congé parental", que permite a mãe se afastar do trabalho pelo tempo necessário, com a garantia do emprego durante esse tempo. Não há salário, mas pelo menos ninguém fica desempregada quando o "congé" acaba.
Ah! Finalmente me livrei das roupas de grávida! Estavam largas e ontem saí para comprar algumas calças jeans, já que as de antes da gravidez não fecham. Meu consolo é que estou vestindo somente um número acima do anterior à gravidez!
Tenho feito postagens no Facebook, a cada "mesversário" da minha filha, sempre com um texto meu ou uma música que transmita o que sinto por ela. Marina tem tornado cada dia da minha vida diferente, melhor, feliz. Acordar e dar de cara com um bebê bem humorado, que já acorda sorrindo e sem choro, é um sonho.
Minha boneca já dorme as noites inteiras (a não ser que haja algum evento diferente, ela acorda uma vez durante a noite), o que facilita bastante a minha vida: uma boa noite de sono me dá energia para cuidar dela, da maneira que ela merece, durante o dia.
Vou parar de trabalhar (consegui juntar minha licença maternidade com as férias), para me dedicar exclusivamente a ela. Amamento à demanda e curtimos muito a companhia uma da outra. Estar com a minha filha o tempo todo é o maior prazer que poderia ter!
A licença maternidade na França é menor do que no Brasil, mas aqui há uma licença muito bacana e e pretendo utilizar: é o "congé parental", que permite a mãe se afastar do trabalho pelo tempo necessário, com a garantia do emprego durante esse tempo. Não há salário, mas pelo menos ninguém fica desempregada quando o "congé" acaba.
Ah! Finalmente me livrei das roupas de grávida! Estavam largas e ontem saí para comprar algumas calças jeans, já que as de antes da gravidez não fecham. Meu consolo é que estou vestindo somente um número acima do anterior à gravidez!
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Estaria o Mediterrâneo se tornando o mar da morte?
Temos visto
recentemente, com grande pesar, naufrágios consecutivos, causando a morte de
milhares de cidadãos africanos. O Mediterrâneo já está sendo chamado de
cemitério pelas autoridades e é o destino final de muitos que não conseguem
alcançar o sonho de fincar os pés na Europa para começar uma nova vida. O
desejo de chegar na Itália e de lá partir para outros países é interrompido por
acidentes que poderiam ser evitados, caso a política de imigração não fosse tão
dura e o combate aos traficantes de pessoas fosse mais rígido. Estima-se que o
tráfico de pessoas renda entre 300 e 600 milhões de euros por ano. Assim sendo,
rendendo tanto, a quem interessaria interromper esse negócio?
A Frontex,
agência europeia de fronteiras, diz que muitos dos imigrantes originais se
tornaram "recrutadores, fazendo o elo entre gangues criminosas líbias e
possíveis imigrantes". Os imigrantes são muitas vezes obrigados a entregar
dinheiro e passaportes, deixando-os à mercê dos traficantes. "Quando os governos fecham as rotas, o
negócio apenas se torna mais lucrativo, porque a viagem é mais longa e mais
perigosa. Você não pode pará-la, você tem apenas que gerenciá-la."
Existem
diversas maneiras de entrar em um país legalmente mas por que as pessoas
escolhem a mais letal? A certeza do não,
no pedido de visto, certamente. E o desespero em deixar um passado miserável e
muitas vezes de guerra para trás.
Dorival
Caymm escreveu e cantou, em tom poético “é doce morrer no mar / nas ondas
verdes do mar”, dessa vez, hei de discordar: não é doce morrer no mar, meu
caro.
Para entender o fluxo migratório no Mar Mediterrâneo, observe e analise os gráficos a seguir:
quinta-feira, 8 de maio de 2014
Manual de sobrevivência na França: Boas maneiras e tradições…
Ninguém no site está achando o leitor mal educado ou querendo ensinar
a alguém boas maneiras. A questão é: nem sempre o comportamento em um
país estrangeiro é igual ao da nossa terra natal.
Muitas coisas separam o Brasil da França e não é só um oceano. Há um “código” de atitudes bem diferente e se você viaja a França a passeio ou pretende se instalar aqui, é bom conhecê-lo. É sempre bom aprender um pouquinho sobre os costumes e hábitos de um lugar.
Moro há quatro anos na França e algumas coisas me causam estranheza (ainda), outras já incorporei – até porque tinha o mesmo hábito no Brasil.
Abaixo, listo algumas tradições francesas relacionadas aos bons hábitos de convivência e algumas coisas que acho diferentes.
- A francesa sempre coloca sua bolsa no chão. Em qualquer lugar, seja em casa ou em lugar público;
- É um sacrilégio cortar uma baguette com a faca! Faça como os franceses e corte-a com as mãos;
- O queijo é um item indispensável na vida do francês (assim como o pão): é sempre servido depois do prato principal e antes da sobremesa;
- Quase todo mundo bebe água da torneira. Nos restaurantes, há sempre uma garrafa de água disponível, o famoso “château la pompe”;
- Nenhum francês sai de casa sem olhar a previsão do tempo;
- Quase todos os franceses que conheço tiram os sapatos antes de entrar em casa;
- Todo mundo aprende a separar o lixo. Praticamente todas as residências têm um recipiente para o lixo reciclável e outra para o lixo normal;
- As crianças aprendem desde cedo a “bricolage” e quando crescem sabem fazer praticamente tudo em casa: desde pintura a hidráulica! No Brasil, estamos tão acostumados a pagar alguém para os serviços do lar que ainda estranho ver meu marido pintando a casa e consertando a banheira;
- Os supermercados franceses não oferecem mais a sacola plástica (a não ser que você pague), assim todos vão ao supermercado com as suas “ecobags”;
- Quanto mais ao norte, maior a pontualidade dos franceses. Ao sul, não espere tanta pontualidade assim;
- Ao entrar em qualquer lugar, todos dizem “bonjour”, mesmo crianças. Ao sair, “au revoir”. Outras palavrinhas mágicas são “s’il vous plaît”. Todos devem aprender e utilizá-las: é educado e simpático;
- Ao entrar em um restaurante, deve-se esperar por alguém para conduzir você até a mesa. Não é nada educado sair entrando e sentando;
- Gorjetas não estão incluídas no serviço, por isso são sempre bem-vindas se você foi bem atendido;
- Franceses assoam o nariz em qualquer lugar (mesmo à mesa), em alto e bom som;
- Na escada rolante do metrô, deve-se ficar sempre à direita, para que os mais apressados possam ultrapassar pela esquerda;
- Quando há outras pessoas na mesa para jantar ou almoçar, é educado esperar todos se servirem e começar a comer somente após o “bon appétit!”;
- Homens se cumprimentam com beijos no rosto;
- Leve uma garrafa de vinho, como cortesia, sempre que for convidado para um almoço ou jantar;
- Não existe frentista e muito menos flaneninha na França. Você terá que abastecer seu próprio carro e se virar sozinho para arrumar uma vaga e estacionar (vai ver é por isso que os franceses estacionam super mal);
- Buzinar no trânsito só em caso de extrema urgência, um acidente iminente, por exemplo (mesmo assim ouvimos muitas buzinas em Paris);
- Ainda é usado o “vous” na França. Nós matamos o “vós” há muito tempo no Brasil, mas “tu” e “vous” são para usos diferentes. Use o “tu” somente com pessoas próximas e o “vous” para todos os outros;
- Há uma distância a ser respeitada, contato físico é para pessoas muito íntimas. Nunca puxe as pessoas pelo braço para pedir informação ou para ser atendido em um restaurante ou uma loja, é muito grosseiro;
- Por último: fale baixo, respeitando as pessoas que estão ao seu redor.
Notou algumas diferenças com o Brasil ? Achou os franceses bastante rígidos ? Deixe seu comentário e divida sua opinião conosco.
*Texto escrito por mim e publicado no site da Comunidade Brasileira na França.
www.comunidadebrasileiranafranca.com/
Muitas coisas separam o Brasil da França e não é só um oceano. Há um “código” de atitudes bem diferente e se você viaja a França a passeio ou pretende se instalar aqui, é bom conhecê-lo. É sempre bom aprender um pouquinho sobre os costumes e hábitos de um lugar.
Moro há quatro anos na França e algumas coisas me causam estranheza (ainda), outras já incorporei – até porque tinha o mesmo hábito no Brasil.
Abaixo, listo algumas tradições francesas relacionadas aos bons hábitos de convivência e algumas coisas que acho diferentes.
- A francesa sempre coloca sua bolsa no chão. Em qualquer lugar, seja em casa ou em lugar público;
- É um sacrilégio cortar uma baguette com a faca! Faça como os franceses e corte-a com as mãos;
- O queijo é um item indispensável na vida do francês (assim como o pão): é sempre servido depois do prato principal e antes da sobremesa;
- Quase todo mundo bebe água da torneira. Nos restaurantes, há sempre uma garrafa de água disponível, o famoso “château la pompe”;
- Nenhum francês sai de casa sem olhar a previsão do tempo;
- Quase todos os franceses que conheço tiram os sapatos antes de entrar em casa;
- Todo mundo aprende a separar o lixo. Praticamente todas as residências têm um recipiente para o lixo reciclável e outra para o lixo normal;
- As crianças aprendem desde cedo a “bricolage” e quando crescem sabem fazer praticamente tudo em casa: desde pintura a hidráulica! No Brasil, estamos tão acostumados a pagar alguém para os serviços do lar que ainda estranho ver meu marido pintando a casa e consertando a banheira;
- Os supermercados franceses não oferecem mais a sacola plástica (a não ser que você pague), assim todos vão ao supermercado com as suas “ecobags”;
- Quanto mais ao norte, maior a pontualidade dos franceses. Ao sul, não espere tanta pontualidade assim;
- Ao entrar em qualquer lugar, todos dizem “bonjour”, mesmo crianças. Ao sair, “au revoir”. Outras palavrinhas mágicas são “s’il vous plaît”. Todos devem aprender e utilizá-las: é educado e simpático;
- Ao entrar em um restaurante, deve-se esperar por alguém para conduzir você até a mesa. Não é nada educado sair entrando e sentando;
- Gorjetas não estão incluídas no serviço, por isso são sempre bem-vindas se você foi bem atendido;
- Franceses assoam o nariz em qualquer lugar (mesmo à mesa), em alto e bom som;
- Na escada rolante do metrô, deve-se ficar sempre à direita, para que os mais apressados possam ultrapassar pela esquerda;
- Quando há outras pessoas na mesa para jantar ou almoçar, é educado esperar todos se servirem e começar a comer somente após o “bon appétit!”;
- Homens se cumprimentam com beijos no rosto;
- Leve uma garrafa de vinho, como cortesia, sempre que for convidado para um almoço ou jantar;
- Não existe frentista e muito menos flaneninha na França. Você terá que abastecer seu próprio carro e se virar sozinho para arrumar uma vaga e estacionar (vai ver é por isso que os franceses estacionam super mal);
- Buzinar no trânsito só em caso de extrema urgência, um acidente iminente, por exemplo (mesmo assim ouvimos muitas buzinas em Paris);
- Ainda é usado o “vous” na França. Nós matamos o “vós” há muito tempo no Brasil, mas “tu” e “vous” são para usos diferentes. Use o “tu” somente com pessoas próximas e o “vous” para todos os outros;
- Há uma distância a ser respeitada, contato físico é para pessoas muito íntimas. Nunca puxe as pessoas pelo braço para pedir informação ou para ser atendido em um restaurante ou uma loja, é muito grosseiro;
- Por último: fale baixo, respeitando as pessoas que estão ao seu redor.
Notou algumas diferenças com o Brasil ? Achou os franceses bastante rígidos ? Deixe seu comentário e divida sua opinião conosco.
*Texto escrito por mim e publicado no site da Comunidade Brasileira na França.
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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
E ela nasceu!
Finalmente
pari. Depois de uma gravidez relativamente tranquila (tive enjoo, constipação e
uma micro cirurgia no olho), entrei em trabalho de parto na madrugada do dia 06
de janeiro de 2014.
Minha filha
nasceu no dia de Reis e no nascimento de Joana d’Arc. A previsão para o parto
seria dia 08, mas como pedi a ela que viesse após a chegada dos avós, ela resolveu
alegrar a minha vida com dois dias de antecedência.
Às 4 da
manhã comecei a sentir as contrações, mas achei que era alarme falso: tomei um
remédio e voltei a dormir. As contrações se tornaram constantes e vi que não
era alarme falso, Marina estava querendo nascer! Chamei meu marido, tomei um
banho e ainda tive calma o suficiente para chamar a minha mãe e explicar todos
os detalhes da casa (eles chegaram no dia 05 e não tive tempo de mostrar e
explicar os detalhes da casa para minha mãe, como o alarme e a placa de
indução). Cheguei na maternidade e tudo correu super bem, mesmo com meu
nervosismo de ter uma cesariana. Minha filhota estava sentada e não pude ter o
parto natural, como desejava. O importante é que minha filha nasceu saudável e
perfeita!
Depois de
um super corte da cesariana (o médico falou que era na linha do biquíni, mas
ele deve ter se esquecido que sou brasileira), uma mega hemorragia e uma
recuperação dolorosa, cá estou, após comemorar o “mesversário” da minha boneca.
1 mês de alegrias, olheiras, falta de sono, discussões com meu marido e muito
amor para a minha menina!
Seja
bem-vinda a esse mundo minha franco-brasileirinha! Tenho tanto amor para te
dar, que parece que meu peito vai explodir! E acho mesmo, porque com a
quantidade de leite que tenho...
Meu
pacotinho do amor: a vida é maravilhosa e é um presente de Deus. Iremos
aproveitá-la juntas, o máximo possível, porque sei que um dia você seguirá o
seu caminho. E mesmo assim, eu estarei do seu lado. Te amo!
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