Pequeno diário de "bordo" sobre a minha nada mole vida: mudança de país, costumes, hábitos... Um pequeno relato para o futuro, para mostrar a minha sobrinha, afilhados e filhos.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
10 coisas que aprendi ao morar na França...
1 - Não sair sem maquiagem, nem para ir à padaria;
2 - A prioridade no trânsito é sempre de quem vem da direita;
3 - O queijo é um patrimônio nacional;
4 - Não gastar 30 euros para fazer as unhas das mãos, quando nem a cutícula as manicures tiram (é proibido). Eu aprendi a fazer as minhas unhas;
5 - Não gastar 35 euros para fazer uma escova. Como as minhas são, pelo menos, semanais, seria um desfalque enorme no meu orçamento. Eu aprendi a fazer a minha escova;
6 - O vinho é sagrado;
7 - Nas férias, tudo fica parado e Paris fica entregue aos turistas.
8 - O corpo de bombeiros é a corporação mais respeitada e admirada na França;
9 - As estradas são maravilhosas e a pista da esquerda é somente para ultrapassagem;
10 - O rugby é tão famoso e praticado quanto o futebol.
2 - A prioridade no trânsito é sempre de quem vem da direita;
3 - O queijo é um patrimônio nacional;
4 - Não gastar 30 euros para fazer as unhas das mãos, quando nem a cutícula as manicures tiram (é proibido). Eu aprendi a fazer as minhas unhas;
5 - Não gastar 35 euros para fazer uma escova. Como as minhas são, pelo menos, semanais, seria um desfalque enorme no meu orçamento. Eu aprendi a fazer a minha escova;
6 - O vinho é sagrado;
7 - Nas férias, tudo fica parado e Paris fica entregue aos turistas.
8 - O corpo de bombeiros é a corporação mais respeitada e admirada na França;
9 - As estradas são maravilhosas e a pista da esquerda é somente para ultrapassagem;
10 - O rugby é tão famoso e praticado quanto o futebol.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
La Haine (O ódio)
Há dois dias, assisti a um filme chamado La Haine (O ódio) que já havia visto em 1995. O filme, lançado naquele ano, causou um impacto enorme, por mostrar o quanto a juventude, nos subúrbios de Paris, sem fazer absolutamente nada, pode se tornar agressiva. Ócio aliado à pobreza só pode se transformar nisso, em ódio.
Para os brasileiros, conseguimos reconhecer Vincent Cassel, no ótimo papel de Vinz. Dos três personagens principais, ele é o judeu, o mais burro e o mais agressivo. Os outros, são o árabe (Said) e o negro (Hubert). Hubert é o mais centrado, o único que consegue canalizar a sua agressividade, através do esporte. Said é o pateta, o mais ingênuo dos três, na minha percepção. A gente pode pensar que é um pouco estereotipado, mas realmente os amigos na França, são de diversas raças, acontece na vida real.
Como é bom assistir a um filme com maturidades diferentes. Em 1995, tinha acabado de entrar para a faculdade, tinha uma perspectiva de vida totalmente diferente da que tenho hoje, assim como um olhar crítico, que hoje, é muito mais apurado. Em 1995, o filme me chocou, chamou a atenção e pensei: "como essas coisas acontecem na França???". Em 2011, tudo acontece da mesma maneira, em Londres. E acontece milhões de vezes no Brasil...
Um filme simples, rodado em preto e branco, mas que não poderia ser tão atual, mesmo tendo sido lançado em 1995.
Jusqu'ici tout va bien...
Para os brasileiros, conseguimos reconhecer Vincent Cassel, no ótimo papel de Vinz. Dos três personagens principais, ele é o judeu, o mais burro e o mais agressivo. Os outros, são o árabe (Said) e o negro (Hubert). Hubert é o mais centrado, o único que consegue canalizar a sua agressividade, através do esporte. Said é o pateta, o mais ingênuo dos três, na minha percepção. A gente pode pensar que é um pouco estereotipado, mas realmente os amigos na França, são de diversas raças, acontece na vida real.
Como é bom assistir a um filme com maturidades diferentes. Em 1995, tinha acabado de entrar para a faculdade, tinha uma perspectiva de vida totalmente diferente da que tenho hoje, assim como um olhar crítico, que hoje, é muito mais apurado. Em 1995, o filme me chocou, chamou a atenção e pensei: "como essas coisas acontecem na França???". Em 2011, tudo acontece da mesma maneira, em Londres. E acontece milhões de vezes no Brasil...
Um filme simples, rodado em preto e branco, mas que não poderia ser tão atual, mesmo tendo sido lançado em 1995.
Jusqu'ici tout va bien...
"C'est l'histoire d'un mec qui tombe d'un immeuble de cinquante étages au fur et à mesure de sa chute il se réte sans cesse pour se rassurer: jusqu'ici tout va bien, jusqu'ici tout va bien, jusqu'ici tout va bien... mais l'important, c'est pas la chute, c'est l'atterrissage."
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quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Se eu tivesse...
Hoje acordei pensando em super poderes. Se eu pudesse escolher, quais eu teria. Já me acho uma super mulher, super tia, super filha, super amiga: mas as qualidades que me fazem uma super pessoa são normais e deveriam fazer parte da psiquê de todo ser humano. Ou seja, ter caráter, amar e respeitar a sua família, ser solidário, ser educado e gentil.
Amo intensamente, trabalho incessantemente.
Como não sou perfeita, óbvio que tenho os meus defeitos. Sou cabeça-dura e ciumenta. Ponto.
Voltando aos super poderes, gostaria de ter "só" dois: o poder de me teletransportar e poder prever o futuro. O teletransporte ajudaria a matar as saudades das pessoas e lugares que amo, de uma maneira rápida e em conta, enquanto prever o futuro me ajudaria a não cometer mais burradas na vida. Cansei de me arrepender de decisões passadas.
Amo intensamente, trabalho incessantemente.
Como não sou perfeita, óbvio que tenho os meus defeitos. Sou cabeça-dura e ciumenta. Ponto.
Voltando aos super poderes, gostaria de ter "só" dois: o poder de me teletransportar e poder prever o futuro. O teletransporte ajudaria a matar as saudades das pessoas e lugares que amo, de uma maneira rápida e em conta, enquanto prever o futuro me ajudaria a não cometer mais burradas na vida. Cansei de me arrepender de decisões passadas.
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Mariana...
Eu não entendo absolutamente nada de bebês, só sei que os amo loucamente. Amo minha sobrinha Mariana, que vai fazer 11 meses, meu afilhado Emmanuel de 7 meses, os filhos das minhas primas e primos.
Tenho acompanhado o crescimento da minha sobrinha pela webcam, em conversas com a minha família que enchem meu coração de alegria. E por não entender nada de bebês, acho o máximo a minha sobrinha já ter 4 dentinhos e já estar andando. Não sei se é cedo ou se é tarde, mas é o máximo.
Aproveitando a conversa da webcam, minha mãe tirou algumas fotos da Mariana, que parecia "hiptnotizada" pela internet. A carinha de curiosa está aí embaixo...
Tenho acompanhado o crescimento da minha sobrinha pela webcam, em conversas com a minha família que enchem meu coração de alegria. E por não entender nada de bebês, acho o máximo a minha sobrinha já ter 4 dentinhos e já estar andando. Não sei se é cedo ou se é tarde, mas é o máximo.
Aproveitando a conversa da webcam, minha mãe tirou algumas fotos da Mariana, que parecia "hiptnotizada" pela internet. A carinha de curiosa está aí embaixo...
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Enquanto uns ficam no muro das lamentações...
...eu prefiro o muro dos "eu te amo"!
Um muro que não demarca fronteiras. Que não impõe limites. Diferente de todos os outros muros, este muro parisiense não divide - ao contrário: aproxima as pessoas.
Assim é le mur des je t’aime. Um símbolo parisiense de união, amor e paz.
Localizado na pequena square Jehan Rictus, no coração de Montmartre, o muro foi idealizado por Frédéric Baron e inaugurado em 12 de outubro de 2000, reunindo 311 maneiras diferentes de dizer “eu te amo” - cada uma em um idioma ou dialeto diferente falado nas mais diversas partes do mundo.
http://www.lesjetaime.com/
Um muro que não demarca fronteiras. Que não impõe limites. Diferente de todos os outros muros, este muro parisiense não divide - ao contrário: aproxima as pessoas.
Assim é le mur des je t’aime. Um símbolo parisiense de união, amor e paz.
Localizado na pequena square Jehan Rictus, no coração de Montmartre, o muro foi idealizado por Frédéric Baron e inaugurado em 12 de outubro de 2000, reunindo 311 maneiras diferentes de dizer “eu te amo” - cada uma em um idioma ou dialeto diferente falado nas mais diversas partes do mundo.
http://www.lesjetaime.com/
Martha Medeiros
Só eu acho a Martha Medeiros uma chata, que escreve sempre as mesmas coisas? Tenho a impressão de que sempre que leio algo escrito por ela parece familiar, algo como um deja vu...
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