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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Dia dos avós


Ano passado, escrevi um pequeno texto em homenagem aos meus avós. Aos dois que conheci e convivi (e convivo ainda) e aos que já partiram para o plano espiritual, antes do meu nascimento.

Replico o texto aqui, porque ele diz muito o que sinto, principalmente numa data como hoje. Não estou pessoalmente para dar um beijo na minha querida avó, mas mais tarde ela vai ouvir a minha cota diária de "eu te amo"...

"Ontem, não sei porque cargas d’água, me peguei pensando nos meus avós: pai da minha mãe e mãe do meu pai.

Como é sentir saudade de algo que se nunca teve ou alguém que nunca se conheceu? Pois é, eu sinto. De uma maneira inexplicável. Óbvio que eu sinto saudades da minha avó que está no Brasil e do meu avô que já desencarnou. Talvez o porquê, pelos que desencarnaram antes do meu nascimento, seja que tudo sobre eles está envolvido em uma aura lúdica, de mistério.

Conheci os dois através de histórias contadas pelo meu pai e minha mãe e tenho um enorme fascínio e curiosidade por eles. A doçura no olhar que minha avó paterna tinha e a brabeza e cuidado do meu avô materno são bem visíveis para mim. Consegui criar uma imagem “real” através de fotografias e relatos. Pena que sobre a minha avó materna, pouco sei, já que ela desencarnou muito jovem, de tuberculose. Doença mortal, na época, nos anos 40.

Acho tenho um pouco dos meus quatro avós: o senso de humor e a vontade de fazer sempre o bem do meu avô Nestor, o cabelo e corpo da minha avó Marina (uma vez, sentada no muro da nossa casa em Barra de São João, meu pai começou a chorar, quando me viu e disse que estava exatamente como a mãe dele), a vontade de trabalhar e ser correto do meu avô Milede, o carinho e o cuidado da minha avó Lourdes.

Minha avó Marina desencarnou em 1948 (eu acho), meu avô Nestor em 1988, meu avô Milede em 1977. Eles estão vivos na minha memória e em meu coração e não tenho dúvidas de um dia irei encontrá-los e poder finalmente conhecer meu avô Milede e minha avó Marina.

Minha avó Lourdes está bem, apesar da idade avançada. Peço MUITO e SEMPRE a Deus para protegê-la e mantê-la bem. Gostaria muito que minha avó conhecesse os meus filhos, que ainda não nasceram mas estão planejados (nota 2013: filho ou filha já está a caminho!). Vou deixar o meu desejo nas mãos de Deus, se assim for a sua vontade. E não há um dia que passe sem dizer um “eu te amo” a minha avó..."

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Saudade de quem nunca se conheceu


Ontem, não sei porque cargas d’água, me peguei pensando nos meus avós: pai da minha mãe e mãe do meu pai.
Como é sentir saudade de algo que se nunca teve ou  alguém que nunca se conheceu? Pois é, eu sinto. De uma maneira inexplicável. Óbvio que eu sinto saudades da minha avó que está no Brasil e do meu avô que já desencarnou. Talvez o porquê, pelos que desencarnaram antes do meu nascimento, seja que tudo sobre eles está envolvido em uma aura lúdica, de mistério.
Conheci os dois através de histórias contadas pelo meu pai e minha mãe e tenho um enorme fascínio e curiosidade por eles. A doçura no olhar que minha avó paterna tinha e a brabeza e cuidado que meu avô materno tinha são bem visíveis para mim. Consegui criar uma imagem “real” através de fotografias e relatos. Pena que sobre a minha avó materna, pouco sei, já que ela desencarnou muito jovem, de tuberculose. Doença mortal, na época, nos anos 40.
Acho tenho um pouco dos meus quatro avós: o senso de humor e a vontade de fazer sempre o bem do meu avô Nestor, o cabelo e corpo da minha avó Marina (uma vez, sentada no muro da nossa casa em Barra de São João, meu pai começou a chorar, quando me viu e disse que estava exatamente como a mãe dele), a vontade de trabalhar e ser correto do meu avô Milede, o carinho e o cuidado da minha avó Lourdes.
Minha avó Marina desencarnou em 1948 (eu acho), meu avô Nestor em 1988, meu avô Milede em 1977. Eles estão vivos na minha memória e em meu coração e não tenho dúvidas de um dia irei encontrá-los e poder finalmente conhecer meu avô Milede e minha avó Marina.
Minha avó Lourdes está bem, apesar da idade avançada. Peço MUITO e SEMPRE a Deus para protegê-la e mantê-la bem. Gostaria muito que minha avó conhecesse os meus filhos, que ainda não nasceram mas estão planejados. Vou deixar o meu desejo nas mãos de Deus, se assim for a sua vontade.  E não há um dia que passe sem dizer  um “eu te amo” a minha avó...


quinta-feira, 3 de maio de 2012

Foto 49 - Desafio dos 50 dias


O penúltimo desafio (sim, já estou sentindo um certo saudosismo) é postar uma foto de algo que eu não poderia viver sem. Difícil... Foto de ar? De água? De comida? De todas as pessoas que eu amo? Daria para fazer um book imenso! 
Quando vi o desafio de hoje, lembrei na hora da música "Eu me amo" do Ultraje a Rigor (sou velha), com seus versos: "Eu me amo, eu me amo/Não posso mais viver sem mim" ou "Egotrip" da Blitz (a prova concreta de que sou velha): "Eu te amo eu me adoro/Eu não consigo te ver sem mim". Pelo menos na música da Blitz, o amor é um pouco dividido...
Como não sou megalomaníaca e nem tenho tanta certeza da minha importância para o mundo, não vou dizer aqui que eu não vivo sem mim e que eu sou a pessoa mais importante da minha vida e do mundo.
Já falei em outros posts, que apesar de não ter medo de morrer, tenho medo de perder as pessoas que eu amo e que já quis, várias vezes, morrer antes da minha avó e dos meus pais, porque não sei como reagiria ao saber que eles não fariam mais parte, fisicamente, do meu mundo. Por essa vontade, já me chamaram de egoísta, por não querer sofrer mas por fazer outras pessoas sofrerem. Ora, o que é a vida senão uma sequência de sofrimentos, com momentos felizes? Então, estou aprendendo a desencanar e o que tiver que ser será, ninguém morre de véspera mesmo e todo mundo tem (sim) a sua hora. 
Assim, a (s) minha (s) escolha (s), mesmo morando muito longe deles, é (são): meus pais e minha avó, porque não sei viver sem eles. E que Deus me ampare, se eles forem embora antes de mim (o que é mais "natural")... Como eu gostaria que eles fossem eternos!



E a título de curiosidade: abaixo, estão as letras completas das músicas que mencionei no começo desse post.

Eu Me Amo - Ultraje a Rigor

Há quanto tempo eu vinha me procurando
Quanto tempo faz, já nem lembro mais
Sempre correndo atrás de mim feito um louco
Tentando sair desse meu sufoco
Eu era tudo que eu podia querer
Era tão simples e eu custei pra aprender
Daqui pra frente nova vida eu terei
Sempre a meu lado bem feliz eu serei

Refrão
Eu me amo, eu me amo
Não posso mais viver sem mim

Como foi bom eu ter aparecido
Nessa minha vida já um tanto sofrida
Já não sabia mais o que fazer
Pra eu gostar de mim, me aceitar assim
Eu que queria tanto ter alguém
Agora eu sei sem mim eu não sou ninguém
Longe de mim nada mais faz sentido
Pra toda vida eu quero estar comigo

Refrão

Foi tão difícil pra eu me encontrar
É muito fácil um grande amor acabar, mas
Eu vou lutar por esse amor até o fim
Não vou mais deixar eu fugir de mim
Agora eu tenho uma razão pra viver
Agora eu posso até gostar de você
Completamente eu vou poder me entregar
É bem melhor você sabendo se amar

Egotrip - Blitz

Um indivíduo alto magro vestindo um terno azul (quem vem lá quem será?)
Desceu de um coletivo às quatro e meia de manhã (olha lá quem será?)
Atravessou a rua assoviando uma canção
Só uma suspeita silhueta na escuridão
Tem um cara na esquina
(O que ele tem na mão?)
Tem um cara na esquina
(Qual será sua intenção?)
Não foi difícil entral no edifício mil e três
Da avenida copacabana bloco cinco posto seis
O porteiro disse que ouviu o vento soprar
E alguma coisa estranha vindo lá do nono andar
Tem um cara na escada
(O que ele tem na mão?)
Tem um cara na escada
(Qual será sua intenção?)
Quem é? (sou eu)
Quem é? (sou eu princesa, o batata)
Batata, a essa hora
Ah! desculpe princesa mas tinha que ser agora
Ai deixa pelo menos eu vestir alguma coisa
Hum! você tá linda
Sabe o que é princesa
Hoje eu encontrei a pessoa que eu procuro (jura)
Bom se isso te satisfaz eu juro eu juro disse que juro (oh!batata)
Uma pessoa que eu quisesse comigo vinte e cinco horas por dia
Uma pessoa que me entendesse que eu pudesse confiar
Oh batatinha eu eu sinto isso também
E essa pessoa princesa (diz diz)
Essa pessoa (diz)
Sou eu!
Eu te amo eu me adoro | bis
Eu não consigo te ver sem mim
Hei! vamos ver o sol nascer ali na praça
Você faz café ou quer que eu faça
Ah! já não sei mais se eu quero que você vá ou que você fique
Nem sei que eu quero aturar sua egotrip porque ...refrão
Ninguém entendeu quando o dia amanheceu
Os dois pelados na praça da bandeira cantando o samba da mangueira
Quando chegaram os camburões
Saíram assoviando o hino da república dos camarões
Eu te amo eu me adoro | bis





segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Foto 10 - Desafio dos 50 dias

O desafio de hoje saiu atrasado. Segunda-feira que NÃO é de carnaval para mim, graças aos céus, foi de muito trabalho. Saio no lucro pela diferença de fuso, já que meus leitores, em sua maioria, são do outro lado do Atlântico.
O décimo desafio é postar uma foto antiga de família. Demorei a decidir, mas escolhi uma das minhas fotos preferidas, com meu avô, meu irmão e meus primos, em um lindo domingo de sol, em Niterói. Sempre passei meus domingos em Niterói, mesmo após a morte do meu avô. Era o máximo cruzar a ponte para visitar minha família. Pedia muito para o meu pai não dirigir na faixa colada à mureta da ponte, porque morria de medo do carro cair na Baía de Guanabara. Lembro também de fechar os olhos quando passávamos na porta do cemitério do Caju. Outra memória gostosa, é dormir no ombro da minha tia-avó, mãe do meu padrinho, Tia Pianinha, carinhosamente chamada assim por nós: como ela era irmã do meu avô, sempre ia a Niterói conosco.
Os domingos em Niterói eram perfeitos: família reunida, churrasco, piscina e muita alegria. Primos brincando juntos, brigando juntos e fazendo as pazes 5 minutos depois... Bons tempos!
Nessa época, os meus domingos eram perfeitos. Hoje, são só dias de domingo...
Da esquerda para a direita: minhas primas Mônica, Luciana, Claryssa, Juliana, meu avô com meu primo Rafael em seu colo, eu, Cristiano (meu irmão) e meu primo André

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Novo rumo, nova vida

Hoje eu parto mais uma vez. Dessa vez uma despedida longa mas sem tristezas, porque o curso da minha vida, assim como um rio, já está formado. Poderão haver rodamoinhos e correnteza contra, mas na maioria das vezes a correnteza estará a favor. Eu sou a senhora da minha vida e as escolhas são minhas, portanto devo arcar com todas as consequências.
Aos meus amigos antigos, meu amor  e minha família, todo o meu amor e minha fidelidade.
Aos meus novos amigos, um grande agradecimento  pelo carinho e paciência.
Aos meus inimigos, a minha vitória e a minha distância.

domingo, 18 de setembro de 2011

Finalmente...

E finalmente a família pôde comemorar, em grande estilo, o primeiro aniversário da minha princesa. Ontem, ela deixou de ser princesa para se tornar a mágica do circo, tema da sua festa de aniversário.
Mariana estava linda, maravilhosa e animada. A maior mágica da noite foi ter apagado, na hora do parabéns...