Nunca vi um mês de novembro tão chuvoso quanto esse.
São lágrimas, pelas mazelas do Rio de Janeiro.
São Sebastião do Rio de Janeiro, rogai pelas pessoas boas dessa cidade. Não merecemos isso!
Pequeno diário de "bordo" sobre a minha nada mole vida: mudança de país, costumes, hábitos... Um pequeno relato para o futuro, para mostrar a minha sobrinha, afilhados e filhos.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Ufa, segunda parte!
Ontem foi o caos na minha vida, hoje o caos no Rio de Janeiro. Impressionante como o medo mexe com a vida das pessoas. Ontem, chorei, chorei, chorei mas não de medo: de decepção e com a certeza de que fiz a escolha certa, frente ao meu futuro. Tenho medo de sofrer e esse medo me fez tomar medidas cujas consequências ficarão para o resto da minha vida. Hoje o medo foi outro. O medo de uma cidade inteira, frente aos acontecimentos urbanos. Um helicóptero sobrevoou o meu bairro por 40 minutos, carros e ônibus foram queimados em diferentes regiões da cidade e tiros, muitos tiros nas favelas, das zonas sul e norte.
O Rio de Janeiro está vergonhoso.
O Rio de Janeiro está vergonhoso.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Ufa!
Tristeza não tem fim, felicidade sim... Já dizia a música!
Passei por uns dias de melancolia, talvez por medo do procedimento cirúrgico que fiz hoje. Foi tão tranquilo, tão tranquilo que já estou em casa. Mas estar deitada, numa maca de hospital, com soro na veia, entubada, com oxigênio no rosto foi bizarro demais! Rezei, pedi pra não morrer, pra não ter um choque anafilático por causa da anestesia, pedi pra tudo dar certo... Enfim, pedi, pedi, pedi e esqueci de agradecer! Então AGRADEÇO por estar viva, por estar bem... Por estar nesse mundo, para tentar me dar a oportunidade de ser feliz novamente!
Passei por uns dias de melancolia, talvez por medo do procedimento cirúrgico que fiz hoje. Foi tão tranquilo, tão tranquilo que já estou em casa. Mas estar deitada, numa maca de hospital, com soro na veia, entubada, com oxigênio no rosto foi bizarro demais! Rezei, pedi pra não morrer, pra não ter um choque anafilático por causa da anestesia, pedi pra tudo dar certo... Enfim, pedi, pedi, pedi e esqueci de agradecer! Então AGRADEÇO por estar viva, por estar bem... Por estar nesse mundo, para tentar me dar a oportunidade de ser feliz novamente!
domingo, 21 de novembro de 2010
Falta de respeito
Por que as pessoas não conseguem respeitar um momento de solidão, de luto, de tristeza ou seja lá o que for?
Estou numa casa com 4 pessoas, me sentindo o ser humano mais solitário do mundo. Choro, baixinho no meu canto, pra ninguém me ouvir e tenho que ficar dando satisfação a uma pessoa que sempre me preteriu?
Pelo amor de todos os santos! Por que eu ainda vivo nessa roda viva?
Me lembrei até da música do Barão:
Nem parece o mesmo
Tá ficando pirado
Onde você encosta dá curto
Você passa, o mundo desaba
E pra te danar
Nada mais dá certo
E pra piorar
Os falsos amigos chegam
E pra te arrasar
Quem te governa não presta
Declare guerra aos que fingem te amar
A vida anda ruim na aldeia
Chega de passar a mão na cabeça
De quem te sacaneia
Estou numa casa com 4 pessoas, me sentindo o ser humano mais solitário do mundo. Choro, baixinho no meu canto, pra ninguém me ouvir e tenho que ficar dando satisfação a uma pessoa que sempre me preteriu?
Pelo amor de todos os santos! Por que eu ainda vivo nessa roda viva?
Me lembrei até da música do Barão:
Nem parece o mesmo
Tá ficando pirado
Onde você encosta dá curto
Você passa, o mundo desaba
E pra te danar
Nada mais dá certo
E pra piorar
Os falsos amigos chegam
E pra te arrasar
Quem te governa não presta
Declare guerra aos que fingem te amar
A vida anda ruim na aldeia
Chega de passar a mão na cabeça
De quem te sacaneia
sábado, 20 de novembro de 2010
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Furada
Namorado bom é aquele que não tem mãe (sogra é sempre jararaca) e que não venha com pacote completo. Ex-mulher é furada e filho é responsabilidade pra vida toda que não é problema de que chega. É problema de quem fodeu sem camisinha.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Por que?
Por que todo mundo que anda com um moleque no colo, seja de qualquer idade, acha que tem mais direitos do que os outros? Desde quando filhos tornam as pessoas diferentes, no que diz respeito aos direitos? Viajei desconfortável, de Belém a Paragominas, numa cadeira onde não podia esticar as minhas pernas ou reclinar o encosto. Chega uma "fat lady" (em inglês soa menos desagradável), com um moleque de uns 4 anos no colo e óbvio, ela senta do meu lado. Ela se esparrama em cima de mim, o moleque vai me chutando durante 300 km e ela ainda pede que eu faça ligações no celular dela porque ela não enxerga direito. Oras, está me achando com cara de telefonista? Com cara de poste pra ficar dando bico? Eu, hein! Se não enxerga os números, comprasse um celular com números maiores!!!
Whatever, Paragominas é bem aconchegante!
Ah! Ainda fui parar no hotel errado! Aff!
Whatever, Paragominas é bem aconchegante!
Ah! Ainda fui parar no hotel errado! Aff!
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