Por que todo mundo que anda com um moleque no colo, seja de qualquer idade, acha que tem mais direitos do que os outros? Desde quando filhos tornam as pessoas diferentes, no que diz respeito aos direitos? Viajei desconfortável, de Belém a Paragominas, numa cadeira onde não podia esticar as minhas pernas ou reclinar o encosto. Chega uma "fat lady" (em inglês soa menos desagradável), com um moleque de uns 4 anos no colo e óbvio, ela senta do meu lado. Ela se esparrama em cima de mim, o moleque vai me chutando durante 300 km e ela ainda pede que eu faça ligações no celular dela porque ela não enxerga direito. Oras, está me achando com cara de telefonista? Com cara de poste pra ficar dando bico? Eu, hein! Se não enxerga os números, comprasse um celular com números maiores!!!
Whatever, Paragominas é bem aconchegante!
Ah! Ainda fui parar no hotel errado! Aff!
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ResponderExcluirterça-feira, 26 de outubro de 2010
Vida que segue...
Dizem que a vida deve ser seguida mesmo após uma grande dificuldade, mas, o que esquecem de dizer é como seguir com a vida quando ela se despedaça totalmente...
O que fazer com os caquinhos que não se encaixam?
As pessoas sempre teimam em oferecer a solução pela metade e não posso simplesmente ignorar meus sofrimentos como se eles nunca tivessem batido em minha porta... Até mesmo porque feliz ou infelizmente, tiramos mais lições das infelicidades do que das felicidades.
Não há mais nada a temer quando se vive o que mais foi temido!
Hoje não me considero uma pessoa realizada porque tem um pedaço de mim que insiste em me arrancar para o fundo do poço e me aprisionar eternamente por lá!
Preciso de uma chance para combater essa energia ruim. Preciso me encontrar e não mais me perder de mim mesmo. Quero e preciso idealizar e realizar minhas metas. Quero ter com quem conversar e quero que essa pessoa me ajude e não somente me escute.
Essa febre interna só irá passar quando eu perceber que a força que antes eu tinha, ressurgiu das cinzas de meu sofrimento...
"Por vezes a vida nos embebeda com a felicidade para logo depois nos presentear com a ressaca da tristeza".